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Polícia investiga casos de racismo no Carnaval de Salvador; uma das vítimas tirou a vida

  • Foto do escritor: Luana Campos
    Luana Campos
  • há 7 horas
  • 1 min de leitura

Dois episódios envolvendo denúncias de racismo registrados durante o período do Carnaval na Bahia ganharam repercussão nesta semana.


Em Salvador, um turista de 42 anos, natural de Itajaí (SC), teve a prisão em flagrante convertida em preventiva após ser acusado de proferir ofensas racistas contra funcionárias de um camarote no circuito Dodô (Barra-Ondina).


Segundo a Polícia Civil, as vítimas relataram que foram chamadas de “pretas”, “macacas” e “escravas”. O suspeito nega as acusações, e o caso é investigado pela Delegacia Especializada de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa (Decrin).


Já no Recôncavo baiano, a morte do psicólogo e mestrando da Ufba, Manoel Rocha Reis Neto, de 32 anos, também gerou comoção. Horas antes de morrer, ele publicou nas redes sociais um relato sobre um episódio de racismo que teria sofrido em um camarote no circuito Dodô.


A Polícia Civil registrou a morte como suicídio. Em nota, a Ufba e o Conselho Regional de Psicologia da Bahia (CRP-03) lamentaram a perda e destacaram a trajetória acadêmica e profissional do psicólogo. O Camarote Ondina também manifestou pesar e reafirmou compromisso com o combate à discriminação.


As autoridades seguem apurando as circunstâncias dos casos.

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