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Promoção de policial após morte em abordagem em SP gera repercussão

  • Foto do escritor: Luana Campos
    Luana Campos
  • 18 de abr.
  • 1 min de leitura

A policial militar Yasmin Cursino Ferreira, de 21 anos, investigada pela morte de Thawanna Salmázio durante uma abordagem na Zona Leste de São Paulo, foi promovida de estagiária a soldado. A mudança foi oficializada nesta sexta-feira (17), por meio do Diário Oficial do Estado, cerca de duas semanas após o caso.


A policial está afastada das atividades operacionais enquanto o episódio é apurado pela Corregedoria da Polícia Militar e pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa.


O caso aconteceu no início de abril, no bairro Cidade Tiradentes. Thawanna foi baleada no peito durante a abordagem e chegou a ser socorrida, mas não resistiu.


Imagens registradas por câmeras corporais mostram que a situação começou após uma viatura atingir o braço do companheiro da vítima. Houve discussão no local, e, durante a abordagem, a policial efetuou o disparo.


Segundo a versão policial, houve resistência, mas a família da vítima contesta e afirma que não houve agressão que justificasse o uso da arma de fogo.


Na época, a policial estava em estágio supervisionado e não utilizava câmera corporal. Após o caso, os agentes envolvidos foram afastados das ruas.


A morte gerou protestos na região e levantou questionamentos sobre os protocolos de abordagem e o uso de câmeras corporais pela polícia.

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