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Lula defende regulação da IA e alerta para risco à democracia

  • Foto do escritor: Luana Campos
    Luana Campos
  • há 12 minutos
  • 1 min de leitura

Durante a Cúpula sobre o Impacto da Inteligência Artificial, em Nova Délhi, na Índia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu um modelo de governança global da inteligência artificial liderado pela Organização das Nações Unidas (ONU).


Em discurso, Lula afirmou que a Quarta Revolução Industrial avança enquanto o multilateralismo recua e destacou que a regulação internacional da IA precisa ser multilateral, inclusiva e voltada ao desenvolvimento. O presidente citou iniciativas como a proposta chinesa de cooperação internacional em IA e a Parceria Global em Inteligência Artificial criada no âmbito do G7, mas avaliou que nenhuma substitui a universalidade da ONU.


Lula ressaltou que a inteligência artificial pode impulsionar produtividade, serviços públicos, medicina e segurança alimentar, mas também apresenta riscos como desinformação, discursos de ódio, pornografia infantil e interferência em processos eleitorais.


A cúpula integra o Processo de Bletchley, série de encontros iniciada em 2023, no Bletchley Park, no Reino Unido, para discutir segurança e governança da IA.

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